Arquivo: January 9th, 2008

Imin 100

Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 09/01/2008
wscontekokeshi.pngComo comentei outro dia, criei meu perfil no site Abril no Centenário da Imigração, a convite do amigo Silvio Sano. De início, simplesmente postei uns recortes de textos antigos daqui e do blog Movimento Dekassegui e umas fotos que tinha no hd. Mas o perfil aqui tem sido uma surpresa para mim… primeiro pessoal, pois incorporei este espaço como um dos meus blogs. Acontece algo e penso: vou postar lá no Abril no Centenário. Segundo no sentido da exposição, estar visível para pessoas diferentes. O público não é exatamente o dos blogs, nem das revistas, é mesclado, uma diversidade que me instiga.

Nesta manhã tive duas surpresas agradáveis: sugestões de posts (provocações) do Silvio Sano (e o e-mail de um brasileiro que reside na Holanda e tem um colega de trabalho, japonês mesmo, com sobrenome Shiraishi. Interessante é o trabalho deles: num banco holandês, trabalham com créditos de carbono.
Detalhe, como disse meu esposo quando comentei com ele a coincidência, ele tem o “miioji” (sobrenome) do meu Ditian e “furosato” (terra natal) da minha Batian. Mandei um e-mail para ele em inglês e aguardo o retorno. No centenário da imigração japonesa, várias voltas ao mundo.

Terrorismo e adicção

Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 09/01/2008

O Faça sua parte mudou para o Verbeat blogs. Li a estréia de Lúcia lá falando sobre um tema interessante: Terrorismo contra a carne. Li, tentei comentar, mas não deu certo, por isso estou postando aqui minha posição e deixando o pingback fazer seu trabalho.

Eu também não gosto de radicalismos, em área alguma, exatamente por esta razão: ele nos tira o direito supremo de escolha, da individualidade, do livre-arbítrio que prezo e valorizo tanto. Até meus filhos usam esta expressão e sabem o que significa: um presente divino podermos escolher, para nossas vidas, o que achamos melhor. Gostei muito da sua posição da Lúcia e da coragem de tratar do tema, consciente das reações.

Já fui vegetariana por anos (dos 13 aos 19 anos) e deixei de sê-lo justamente por perceber que, para mim, o caminho do meio é melhor do que os extremos. Ele nos aproxima das pessoas, enquanto que o outro nos distancia e, na minha opinião, escraviza, naquele sentido de addiction .

Addictum: é uma palavra latina que significa “escravo”; designava o homem que, para pagar uma dívida, se convertia em escravo por não dispor de outros recursos para cumprir o compromisso contraído“, como li aqui. Apesar de a OMS não aprovar, uma corrente de especialistas em vez de usar ‘toxicomania’, prefere usar drogadiccção para o caso da pessoa que vira escravo ou dependente das drogas. Meu professor de Psicologia Social, uma disciplina eletiva eu fiz na UFPR, adotava este termo e até hoje vejo as pessoas que têm algum comportamento no qual estão “presos” como adictos, em maior ou menor grau, independente do que os aprisione, substâncias químicas, comportamentos, atividade física, muita coisa pode nos levar a perder a noção e o limite do eu e do outro, o que considero o mais grave no comportamento dos dependentes.

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