Sete
Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 12/12/2007
Sete são os deuses japoneses vendidos em imagens simpáticas nas lojinhas de souvenir, tanto da Liberdade quando de Tokyo. Há quem os chame de Sete Deuses da Felicidade, Shichi Fuku Jin, segundo uma definição da Era Muromachi. A era é outra, os deuses já foram substituídos, mas nunca deixaram de ser sete, número da sorte para os orientais.
Hoje li alguns posts com o número 7 e eles valiam um comentário meu. Soube pelo Wagner da estréia do Deusário, onde sete blogueiras que assumiram a tarefa de serem “deusas” falando cada uma dos -também sete- pecados capitais. Delas, Veri e Lúcia são parceiras minhas em projetos paralelos. Desejo-lhes oficialmente boa sorte. Registro minha satisfação ao comprovar que a blogosfera feminina que defendi há menos um ano está caminhando assim.
De lá migrei para um texto que foi muito popular, mas, admito humildemente, eu não conhecia. Gostei e indico para reflexão de quem edita blog: Os sete pecados capitais que os blogueiros cometem. Deixo um aviso: como nos pecados tradicionais, é impossível não se ver em, no mínimo, um. Não é para quem tem estômago fraco!
E já que falei em mulheres e sete, há um post hoje do Gitti com ambos, um jogo dos 7 erros para os homens sobre as mulheres. Está recebendo comentários elogiosos do seu público predominamente feminino. Proeza, não é? Falta a reação masculina – como sempre. E não tem sete, mas merece meus elogios, a estréia da leitora-musa do Nossa Via Myla Fonseca no Via Aberta: Relacionamentos virtuais: arejando um pouco nossas idéias e Ela: Venha cá e me pegue! Ele: Entregue-se; você é minha. Você também tem o que falar? Escreve lá. E se sua praia for literatura, o Coletânea Artesanal ainda está recebendo textos para sua Sétima Edição.
1º Festival Entretodos de Direitos Humanos
Postado em from posterous no dia 11/12/2007Ontem o dia foi muito cheio e positivo, mas não pude voltar e escrever sobre os direitos humanos. Hoje a agenda se repete, tenho reunião à tarde.
Mas deixo aqui uma dica cultural interessante sobre os Direitos Humanos que acontece nesta semana: A exposição “Um Olhar fotográfico Sobre os Direitos Humanos” e a mostra de cinema sobre Direitos Humanos no Edifício Sé, que refletem sobre o 59º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos na Caixa Cultural.
- 1º Festival Entretodos de Direitos Humanos
- Terça, 11, a sábado, 15/12
- das 12h30 às 13h30
- 20 lugares
- Caixa Cultural São Paulo
- Praça da Sé, 111 – Grande Salão (térreo)
P.S. Se você, como eu, fica antenado nas dicas culturais daqui e é um fã dos Sescs, descobri que o Sesc-SP tem twitter! É http://twitter.com/sescsp Quem me avisou foi o Gustavo Gitti, colega de Nossa Via e editor do Não 2 não 1.
Padrão de beleza
Postado em from posterous no dia 10/12/2007[youtube=http://youtube.com/watch?v=-zN91ykQm5U]
Esta música, da trilha do filme City of Angels, fala em “fazer tudo dar certo de novo com seu amor extraordinário” (tradução mais que livre feita por mim!). Ainda acredito que é possível fazer tudo dar certo de novo com um amor extraordinário pela vida, em todas as suas expressões e com toda sua beleza.
Hoje é dia de blogagem coletiva pelos Direitos Humanos – Um Mundo, Uma Vida. Não sei se terei tempo de escrever mais, pois terei uma segunda-feira de reuniões, então deixo aqui a sugestão: vamos mostrar um amor extraordinário pelos outros seres humanos, começando por nossas atitudes mais básicas diante da vida moderna, como a reação e o valor que damos às polêmicas da mídia. Minha postura sobre direitos humanos ficou clara no texto Está certo nos calarmos diante das atrocidades? em que falei sobre os abusos contra a menina numa prisão do Pará. Se tiver tempo, volto à noite para ler os posts dos participantes e escrever mais.
P.S. O link para música da cantora e atriz Jennifer Love Hewitt tem uma razão. No texto Que padrão de beleza é este? que publico hoje no Nossa Via comento o padrão de beleza cruel que se impõe a nós pela mídia e ao qual alimentamos quando damos ibope para casos como a da foto dela de biquini. Quando nós mesmos perdemos tempo vendo se a atriz ou cantora está gorda ou magra aceitamos ser o combustível que mantém esta caldeira ardendo e nos moldando como títeres do padrão de beleza. Quero saber sua opinião! Leia o post completo aqui.
(Para quem é fã de seriadinhos como eu, deixo para pensar: quanta coisa esta turminha do Party fez depois hein?)
Televisão
Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 09/12/2007
Domingão, estou sem os meninos e meio ansiosa para sair de casa, porque casa sem bagunça, gritinhos e abraços não tem a menor graça. Falei com eles no fone, estão tão felizes na casa dos meus pais, da piscina para o churrasco, com os tios mimando-os sem parar, que senti muita convicção na nossa decisão de lhes dar estas primeiras férias sós.
Deixo três dicas:
- Entrevista na Época do autor da novela Duas Caras, Aguinaldo Silva, está muito boa. Foi feita pelos leitores, não por jornalistas. Se gostar do tema ou do autor, confira o blog dele também.
- Levantamento sobre TV Digital. Há uma semana, Cynara comentou, lá de Fortaleza, a chegada da TV digital aqui em SP, por enquanto a unica cidade do Brasil a receber o sinal. Mas que sinal é este? Ninguém sabe ainda e não encontrei pessoalmente alguém que tenha me contado que está vendo em sua casa a TV com este sinal. Estive conversando com um vendedor de loja de eletrônicos na sexta e nem o cara sabia, até fiquei de enviar para ele uma dica do codificador da tectoy para computadores, que tinha visto numa imagem do blog . O tectoy, que será lançado oficialmente amanhã, é o mais em conta, mas ainda assim tem preço alto, cerca de 300 reais. Os outros… sem comentários.
- Amanhã é dia de blogagem coletiva Direitos Humanos Um Mundo, Uma Vida. O convite foi do meu xará e os selos do Lino.
P.S. Antes que pensem que é jabá, não é um link patrocinado (nunca fiz isto), escrevi sobre a tectoy porque achei o brinquedinho legal mesmo! Mas se quiserem me mandar um para testar, eu conto aqui depois (huahuahuahuahua). Bom domingo!
Beleza feminina
Postado em from posterous no dia 08/12/2007Para preparar o terreno para meu texto de segunda no Nossa Via:
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=zcHMGAfT4GE]
Série de fotos com mulheres bulímicas e/ ou anoréxicas com textos informativos sobre como identificar a doença em parentes e conhecidos e dados sobre tratamentos.
P.S. Recebi hoje a primeira newsletter que falava sobre a 20a Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Data: 14 a 24 de agosto de 2008.
Dar e receber
Postado em Mãe com filhos no dia 07/12/2007“Aprender é descobrir aquilo que você já sabe. Fazer é demonstrar que você sabe. Ensinar é lembrar aos outros que eles sabem tanto quanto você. Vocês são todos aprendizes, fazedores e professores”
Richard Bach, no livro Ilusões
Estou sumida, com meus pais me visitando e meu Amor acamado. Hoje foi o último dia de aulas do Enzo (sim, ele está melhor da amidalite e agradeço as mensagens gentis pela recuperação dele!
)e amanhã os meninos seguem para Curitiba na companhia dos avós. Serão duas semanas de férias como mãe e -sinceramente- ainda não sei como vou me sair neste desafio. Webcams ligadas e a certeza de que neste mês minha conta de telefone vai subir m-u-i-t-o. São oito anos praticamente sem ficar só, vou precisar me readequar… mas eu preciso disto, Gui também e até a casa precisa porque temos que fazer uma obra no chão do banheiro e com menos moradores será mais fácil desativar um dos chuveiros da casa.
Ainda bem que minhas idéias e a vontade de transcrevê-las e desenvolvê-las aqui fervilhando. Hoje estava lendo uma revista que minha mãe trouxe e lá tinha um teste. Sei, já contei, adoro estas bobagens de testes e não tenho porque esconder aqui. Este teoricamente responderia:
Você é Yin ou Yang?
Responda o teste e descubra qual energia predomina em você
Já sabem que revista é? Bons Fluidos. Eu nunca tinha lido, não sei se compraria, mas achei uma matéria lá bem interessante e comentarei aqui. A seção é Dossiê: Dar e Receber e a matéria Uma estrada de duas mãos. Uma frase taoísta (“Se queres receber, deves primeiro dar: eis o início da inteligência”) e outra de Richard Bach (que abre este post) me levaram a uma nostalgia infantil, de livros que eu lia na segunda infância, ainda do tempo do Círculo do Livro. Para completar, vale ler 50 maneiras de se doar um pouquinho todo dia.
Gostei do apanhado sobre a origem das palavras e as sugestões para sairmos de nós ao escolhermos o que dar aos outros. Neste sentido, minha irmã caçula é uma “presenteadora” nata, poucas pessoas têm tamanho talento para se doar ao escolher presentes para os outros. Na linha do pensamento das Cinco Linguagens do Amor, ela seria a pessoa cuja linguagem é receber (dar) presentes (as outras são Qualidade de Tempo, Toque Físico, Formas de servir e Palavras e Afirmação). Além de se sentir genuinamente amada ao receber presentes, ela tem uma habilidade notável em nos dar esta sensação maravilhosa com seus mimos.
P.S. A resposa do meu teste explica porque as idéias fervilham e ando tão animada e produtiva (risos).
PREDOMÍNIO DE YANG
Sua personalidade, ou pelo menos a fase que está vivendo, é acentuadamente yang: ativa, dinâmica e expansiva. Você tem uma mente ágil, precisa e bastante facilidade para focalizar metas. Com o pensamento lógico e racional, sabe dar a dimensão aos fatos, equilibrando a visão do todo com atenção aos detalhes. Sente necessidade de estar sempre em movimento e costuma ser impaciente frente a pessoas com um ritmo mais lento que o seu. Neste momento, você pode estar se sentindo um furacão – em termos físicos ou emocionais. Cheio de energia para lidar com as tarefas do cotidiano e dar impulso a todos os seus projetos, também tende a querer impor sua opinião e a atropelar quem obstrua seu caminho. No corpo, o excesso de yang, a longo prazo, pode produzir tensão muscular, insônia, dores de cabeça e dificuldade para descontrair ou relaxar.
O que é ser extraordinário?
Postado em from posterous no dia 07/12/2007O que é ser extraordinário?
É sair do comum, ser diferente, especial, único em algum aspecto, é ser notável e notado. E uma das formas do ser humano ser notado é por sua beleza física, talvez porque a aparência “fale” antes das palavras. Vivemos, infelizmente, uma época em que o culto a certo padrão de beleza se tornou tão doentio que não conseguimos deixar de agir como títeres de uma indústria que, no fundo, não sabe para onde quer nos levar.
Quando morei no Japão me chamava atenção algumas diferenças no padrão de beleza. Em outros lugares (como na Índia, Egito e na China) o padrão consegue seguir mais o biotipo dos autóctones, mas posso falar de lá porque foi onde eu vivi e me vi. Ver fotos de modelos sorrindo com dentes tortíssimos (mais do que os meus, pensava incrédula) me fazia pensar no modelo que os japoneses tinham. Estar num país onde eu me sentia “dentro do padrão” foi uma experiência libertadora para mim, pois pela primeira vez as roupas me serviam, eu raramente fazia barras em calças ou usava casacos com mangas longas sobrando, o pó facial variava dentro dos tons da minha pele levemente amarelada e eu tinha uma estatura normal! Mas lá algumas colegas brasileiras passavam pelo oposto, comprando estas mesmas coisas “importadas” ou solicitando aos parentes que enviassem do Brasil ou EUA, o que faz pensar se há algum tipo de padrão para qualificar o ser humano.
Na semana passada Sueli, uma jornalista brasileira que mora atualmente no estado de Nova York, comentou sobre o padrão de beleza, citando o furor em torno das fotos da atriz Jennifer Love Hewitt de biquini. Fiquei triste quando vi o alarde em torno dela… lembro-me de como ela soava bem atuando no melancólico seriado Party of Five e cantando Ordinary Love no filme City of Angels. Como nós, Jennifer (atualmente protagonista do seriado Ghost Wisperer) não é mais adolescente e não devia ser obrigada manter para sempre o manequim “tamanho zero”. Aliás, googlei o nome dela e achei estas três fotos que ilustram o post. Na verdade, ela era magra demais! Está mais real bonita agora e, notem, que sorriso de felicidade e contentamento na tal foto tão comentada pela mídia americana. Aliás, a sociedade “estudunidense” é das mais bizarras, com tantos tipos humanos diferentes e um número tão grande de obesos, mas dura e crítica com os artistas que saem da linha que definem como correta. O seriado Ugly Betty, produzido pela atriz mexicana Salma Hayek, é um exemplo desta crítica e de como ela é fraca e preserva os preconceitos.
Temos que encontrar capacidade de não sucumbir ao padrão imposto. Além de vivermos um padrão de auto-estima elevado e realista, termos uma medida de valores que vá além da beleza física, devemos também dar o exemplo e não perder tempo com “este tipo” de notícia. Quando nós mesmos perdemos tempo vendo se a atriz ou cantora está gorda ou magra, ao invés de focarmos na sua habilidade profissional ou nas suas ações cívicas ou humanitárias (claro, estou falando do casal Jolie-Pitt), aceitamos ser o combustível que mantém esta caldeira ardendo e nos moldando como títeres do padrão de beleza. Um padrão que está sempre sendo reinventado, atualmente à beira de descambar num realismo fantástico que nos deixará como aquela modelo anoréxica da campanha do fotógrafo italiano Oliviero Toscani.
Há tanto mais com que se preocupar e sobre o que debater no mundo, não concordam?
O que é ser extraordinário?
É sair do comum, ser diferente, especial, único em algum aspecto, é ser notável e notado. E uma das formas do ser humano ser notado é por sua beleza física, talvez porque a aparência “fale” antes das palavras. Vivemos, infelizmente, uma época em que o culto a certo padrão de beleza se tornou tão doentio que não conseguimos deixar de agir como títeres de uma indústria que, no fundo, não sabe para onde quer nos levar.
Quando morei no Japão me chamava atenção algumas diferenças no padrão de beleza. Em outros lugares (como na Índia, Egito e na China) o padrão consegue seguir mais o biotipo dos autóctones, mas posso falar de lá porque foi onde eu vivi e me vi. Ver fotos de modelos sorrindo com dentes tortíssimos (mais do que os meus, pensava incrédula) me fazia pensar no modelo que os japoneses tinham. Estar num país onde eu me sentia “dentro do padrão” foi uma experiência libertadora para mim, pois pela primeira vez as roupas me serviam, eu raramente fazia barras em calças ou usava casacos com mangas longas sobrando, o pó facial variava dentro dos tons da minha pele levemente amarelada e eu tinha uma estatura normal! Mas lá algumas colegas brasileiras passavam pelo oposto, comprando estas mesmas coisas “importadas” ou solicitando aos parentes que enviassem do Brasil ou EUA, o que faz pensar se há algum tipo de padrão para qualificar o ser humano.
Na semana passada Sueli, uma jornalista brasileira que mora atualmente no estado de Nova York, comentou sobre o padrão de beleza, citando o furor em torno das fotos da atriz Jennifer Love Hewitt de biquini. Fiquei triste quando vi o alarde em torno dela… lembro-me de como ela soava bem atuando no melancólico seriado Party of Five e cantando Ordinary Love no filme City of Angels. Como nós, Jennifer (atualmente protagonista do seriado Ghost Wisperer) não é mais adolescente e não devia ser obrigada manter para sempre o manequim “tamanho zero”. Aliás, googlei o nome dela e achei estas três fotos que ilustram o post. Na verdade, ela era magra demais! Está mais real bonita agora e, notem, que sorriso de felicidade e contentamento na tal foto tão comentada pela mídia americana. Aliás, a sociedade “estudunidense” é das mais bizarras, com tantos tipos humanos diferentes e um número tão grande de obesos, mas dura e crítica com os artistas que saem da linha que definem como correta. O seriado Ugly Betty, produzido pela atriz mexicana Salma Hayek, é um exemplo desta crítica e de como ela é fraca e preserva os preconceitos.
Temos que encontrar capacidade de não sucumbir ao padrão imposto. Além de vivermos um padrão de auto-estima elevado e realista, termos uma medida de valores que vá além da beleza física, devemos também dar o exemplo e não perder tempo com “este tipo” de notícia. Quando nós mesmos perdemos tempo vendo se a atriz ou cantora está gorda ou magra, ao invés de focarmos na sua habilidade profissional ou nas suas ações cívicas ou humanitárias (claro, estou falando do casal Jolie-Pitt), aceitamos ser o combustível que mantém esta caldeira ardendo e nos moldando como títeres do padrão de beleza. Um padrão que está sempre sendo reinventado, atualmente à beira de descambar num realismo fantástico que nos deixará como aquela modelo anoréxica da campanha do fotógrafo italiano Oliviero Toscani.
Há tanto mais com que se preocupar e sobre o que debater no mundo, não concordam?
Amigo(s) secreto(s) dos blogs
Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 07/12/2007Luma me deu um presente que vou retribuir para outras blogueiras outro dia, pois preciso pensar. É o prêmio “Uma mulher que faz pensar“. E não é que ele me fez pensar em tanta gente e na blogosfera feminina que eu defendi com tanta ênfase em Blogs: sociais e íntimos ao mesmo tempo? e em Vida inteligente na Blogosfera. Tenho meu lado feminista e não posso negar, porque acabo sempre sendo vencida por ele e me entregando. Quem ganhou o prêmio comigo foi a Lunna, que também tem inventado lá coisas sobre as mulheres nos blogs.
Bem, nos blogs das duas “Lu” eu vi notícias de amigo secreto. Hum… gostei de ambos, são a cara da blogosfera.
Amigo Oculto conta a história (meio maluca) desta brincadeira começando com vikings em 1072. E faz rir ao nos levar a pensar nas furadas que os amigos secretos costumam ser! Mas Lunna também convida para um Amigo Oculto Literário entre Blog. “O presente será um poema e um pequeno texto escrito com as características individuais do seu Amigo Oculto, de forma que a pessoa se identifique”, não é lindo? Eu não escrevo poemas mas vou me empenhar no pequeno texto!
A Luma divulgou um Amigo secreto dos blogs promovido pelo Vinícius. Da mesma forma, “ao invés dos participantes trocarem presentes, cada blogueiro terá que fazer um post no estilo de uma resenha/release do blog do seu amigo secreto”.
Eu já me cadastrei no formulário do Luz de Luma, yes party! E você, vai se arriscar num amigo oculto da blogosfera?
Ticket é cultura
Postado em from posterous no dia 05/12/2007Um estudo do Ministério da Cultura mostrou que 92% dos brasileiros nunca freqüentaram museus e apenas 13% freqüentam o cinema pelo menos uma vez ao ano. A principal razão apontada para isso foi a falta de recursos financeiros. Esta semana pode ser considerada especial neste sentido. É a Semana Ticket é Cultura e vai até dia 09/12. Seis longas-metragens e 25 curtas em 24 pontos da periferia de São Paulo, incluindo CEUs, Centros Culturais, Escolas Municipais e Associações Comunitárias, além de acesso livre ao MAM – Museu de Arte Moderna -, à Pinacoteca e à Estação Pinacoteca.
Detalhes e programação aqui.
Muita coisa, pouco tempo
Postado em Música no dia 05/12/2007
Hoje estou numa correria com a chegada dos meus pais para a formatura do Giorgio à noite, um frila que pode entrar (ou não), Enzo com amidalite, o texto de estréia amanhã de agenda cultural no Nossa Via e mil idéias na cabeça precisando ser escritas, mas sem tempo para isto hoje – que pena!
Acordei meio cedo e antes de levar o Enzo ao otorrino vi muitas coisas legais no meu Google Reader, acabei postando via Digg no meu Clipping. É um blogspot que eu criei meio como bloco de notas e teste de widgets e acabou sendo usado para postar a centena de releases que recebo diariamente e nem sempre viram posts nos meus blogs, mas que valem ser publicados e, em especial, informações que merecem ser do público, não só lida entre coleguinhas.
Vale ler o texto Brazilians Giving Up Their American Dream resumidamente traduzido no Stuck in Sac (Verbeat Blogs) e na integra no NY Times. Como diz um dos comentários, agora o medo de largar o certo pelo duvidoso mudou de país… bom sinal, será? Tinha escrito brevemente sobre os ilegais nos EUA no meu blog Movimento Dekassegui em Vivendo nas sombras.
Começou hoje o Seminário Internacional Mobilefest. Ladybug Brasil comenta e ainda fala do projeto [murmur] e fala que eles estão em busca de voluntários para falar da Avenida Paulista e imediações. Para participar, escreva para eles.
E para descontrair neste dia de garoa e céu cinza esbranquinçado (o tipo de dia que dá a fotofobia imaginária). Em Too old for rock’n roll but too young to die Marcos VP relembra os roqueiros enrugados e os que se foram antes das rugas, num texto muito bom. Morri de rir na parte que compara Keith Richards ao Mumm-ra do Thundercats!
Saberes dos Sabores na comida japonesa
Postado em são paulo no dia 04/12/2007
Os amigos antigos e novos sabem que meu coração em São Paulo está na Liberdade. Não é só porque meu amor trabalha lá – se bem que é um pouco! (risos) Mas porque minha mãe sempre me trazia presentes da Liberdade quando vinha a São Paulo fazer cursos (na Seicho-no-Ie), minha Batian comprou daqui os livros para me ensinar katakana quando eu larguei o pré, aqui decidimos nossa ida ao Japão. De certa forma, este Little Japan in Brazil é muito meu lugar no mundo. Por acaso ou não, lá conheci amigos virtuais. Manu, Lunna e Wagner. No entanto, eu pude saber de antemão as novidades do Café com Blogs e Gui e eu conhecemos o editor-chefe deste novo projeto no qual me envolvi.
Por que eu estou falando disto e o título era Saberes dos Sabores? (risos) Os amigos acabam sempre comendo na Liberdade comigo e eu pareço entender de comida japonesa. Mas não. Aí vi esta edição do Saberes dos Sabores reúne gastronomia e arte no site da Fundação Japão.
É uma série de palestras, intitulada “Cores e Sabores”, mas só soube desta última, infelizmente.
O texto da Fundação é tão bom que prefiro repetir:
“eventos que apresentaram os variados conhecimentos dos “sabores” vistos de forma múltipla, a partir de diferentes pontos de vista, propondo estabelecer um cruzamento entre áreas diversas como etiqueta, moda, história da imigração por meio de palestras, demonstrações, degustações e debates.”
Convidativo, não?
Nessa palestra, a análise dos “sabores” será realizada pelo professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (USP) e artista plástico Takashi Fukushima, através da lente da estética, que perfaz uma “degustação visual”. Essa apresentação será realizada através da análise de pratos da culinária japonesa, especificamente da relação forma-conteúdo ou recipiente-alimento, utilizando os conceitos de linguagem, percepção e imagem. Essa relação será exemplificada através das cerâmicas de Kimi Nii, Silmara Watari e Shugo Izumi e gastronomia dos chefs Jun Sakamoto do restaurante do mesmo nome e Shin Koike, do Aizomê e Aun.Os chefs e as ceramistas também estarão presentes no evento para falar um pouco sobre a relação forma-conteúdo do ponto de vista artístico, não só de quem faz as delícias culinárias, mas também as belas formas que as agasalham. Não é de hoje que os japoneses são famosos pelo apuro estético e pelo rigor na composição plástica de uma produção, seja ela gastronômica, de arte ou de moda. Este evento é uma rara oportunidade para presenciar a união de artistas plásticos, ceramistas e de chefs de cozinha.
Serviço:
SABERES DOS SABORES: “Cores e Sabores”
Data: 11 de dezembro de 2007 (terça-feira)
Horário: 19h30
Local: Espaço Cultural Fundação Japão
Vagas: 100 lugares
Informações: (11) 3141-0110 / 3141-0843
Av. Paulista, 37- 1º andar – Jardins – São Paulo
Entrada gratuita
É necessário efetuar inscrição prévia.
Favor enviar nome completo e e-mail para: info@fjsp.org.br
Participantes:
Takashi Fukushima (artista plástico e professor da FAU-USP)
Jun Sakamoto (chef do Restaurante Jun Sakamoto)
Shin Koike (chef do Restaurante Aizomê e Aun)
Kimi Nii (ceramista)
Silmara Watari (ceramista)
Shugo Izumi (ceramista)
(crédito da foto: Prato do chef Shin Koike. Foto: Sandra Keika Fujishiro)
