Arquivo: November, 2007

Tech Mom

Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 23/11/2007

20071122_camisetasocial.jpgComo não me ver nestas duas postagens do blog Tech & Games?

Em Pelo Social eles mostram a camiseta aí ao lado, criada pelo arquiteto alemão Aram Bartholl, parte do projeto “Are you social?” com a logo de serviços on-line (Orkut, Twitter, Facebook, MySpace e LinkedIn, para citar os que faço parte – será que tem Last.fm e Del.ici.ous?). No site há preços e detalhes.

Qual foi o jogo de Atari mais marcante? me fez sentir a idade – 34- e pensar que já faz mais de 20 anos que não jogo Atari. Mas eu amava. Saía do inglês no Fisk, em Pato Branco, PR, e passava horas na locadora de cartuchos de videogame. É, a gente não tinha esta moleza de baixar ou copiar o CD do amigo. O blog deixa uma questão para respondermos e eu repito aqui: Você consegue lembrar alguns dos clássicos? Qual foi o jogo de Atari mais marcante?

Para mim era Jungle Hunt ou aquele dos misseis, esqueci o nome… risos. Mas eu jogava bem um ridículo em que num cara pulava os blocos de gelo no Pólo Norte. Meu filho Enzo ia amar. Eles ainda não querem videogame aqui em casa, pode? Mas estou pensando em aproveitar a consultoria do Helton do HiTechLive e adquirir um para os pais relembrarem o tempo de tweens. ;)

P.S. Adorei o retorno da Kaká, que me deixou comentário ontem. Estava com saudade da única menina malvada que deixo me chamar tratar como “tia”. :)

Sobre as cotas (e a dengue?!)

Postado em Política e Cidadania, Saúde e Bem Estar no dia 22/11/2007

Serão as cotas a solução contra o preconceito racial? Realidades diferentes, são Brasis diferentes. Tania como defensora pública no Mato Grosso, Manoel como paulistano descedente direto de nordestinos, Aline como sulista descendente de alemães… isso sem falar na polêmica do Mario. Cada um tem suas razões e há muito o que se pensar em conjunto para nosso país crescer. Mas fico feliz e esperançosa por notar que este pensar coletivo está acontecendo nos blogs!

E vocês, o que acham destas cotas? Preconceituosas ou justas?

E a Dengue?

selodengue400.jpgHoje tem blogagem coletiva (Dengue, Prevençao e Conscientizaçao e’ a soluçao!) da Meire, do Pensieri e Parole. Li uma matéria na revista Época do dia 22/10 que tratava da questão dizendo que já é uma epidemia sim. Sinto que seja restrita a assinantes, mas em resumo a repórter comentava o lançamento da campanha de combate à dengue e o fato de o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, ter usado a palavra epidemia ao se referir aos quase 500 mil casos registrados em 2007 no Brasil. Destes, 121 foram fatais. Em todo ano de 2006 foram 77 mortes, o que já era alarmante.

O que me incomodou na matéria foi um comentário do secretário-adjunto de vigilância em saúde do ministério, Fabiano Pimenta: “Nós observamos que em alguns municípios há sincronia entre o aumento de surtos e o fim do período eleitoral”, comentando que em 2008 teremos uma melhoria no combate por ser ano eleitoral. O investimento atual em ações preventivas é de R$ 800 milhões por ano – campanhas na mídia, visitas de 60 mil agentes às residências e equipamentos. Aliás, uma novidade que me deixou pasma pelo tempo que levou para surgir: um CD para orientar os profissionais de saúde, como alternativa aos cursos presenciais e apostilas impressas pretente ajudar a capacitar -pasmem- médicos.

Aqui no meu edifício, em plena capital paulista, uma familia inteira ficou acamada de dengue no ano passado após uns dias em Bertioga, litoral norte paulista. Só quem vê de perto um acamado e debilitado pela dengue começa a entender a gravidade da situação.

[update] Em Sobre a Blogagem Coletiva Meire fez um apanhado da blogagem. Há muita informação e opinião interessante! Seguindo a atualização da Meire, estão participando da blogagem: AleB, Vivi, Lino, Georgia, Aninha Pontes, by Oscar Luiz, Flainando, Gente sem saude, Dani Pontes, Elizabeth Cunha, Luma Jorge Araujo, Mario, Vitoria, Eduardo, Drops Azul Anis, Deny, Anunciaçao Francisco, Lucy, Tina, Mirella, Andre Wernner, Ru Correa, Marlene Mora, Flavia Sereia, Prof. Josenilton, Ronald, A Abiose Maringaense , Mrs, Rosa Adelino, Francy e Carlos, Dra.Elzinha, Issamu, A menina das montanhas, Caçador de mentes, Simples-cosas, Ricardo Rayol Norte, Verinha, Principe Tito, Domingo a noite, Aparecido, Maria Augusta, Celia, Betha, Alex, Simone, Indignatus, Flanatico Simone, Ingrid, Sergito, Cintia (Tin), Patadacara, Cejunior, Paps, Alice, Claudia, Thiago, O Mundo encantado de Cecilia Meireles, Leonor Cordeiro, Miriam Sales, Naldy, Andrea Motta, Fester, Guilherme Guidorizzi, Cristiane, Roberto Balestra, Fatima- Ser cidadao, Patty, Joao M., Rua do Mundo, Eternity, Chuvinha, Simone Zelner, Do Tucci.

Dia da Consciência Negra

Postado em Ação e Cidadania, Comportamento, preconceito no dia 20/11/2007

10527gr3.jpgHoje foi feriado em São Paulo e em outros 225 municípios brasileiros, numa data que lembra o dia em que foi assassinado, em 1695, o líder Zumbi, do Quilombo dos Palmares, um dos principais símbolos da resistência negra à escravidão. Veridiana Serpa conta muito bem esta história em seu post de hoje. Recebo vários releases diariamente e um deles me informou que várias ações para conscientização serão promovidas pelo Museu Afro Brasil nos meses de novembro e dezembro, com exposições, mostras de trabalhos e oficinas dentro e fora dos 11 mil metros quadrados da instituição, cujo prédio está dentro do Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Tudo para mostrar a riqueza cultural de origens africanas e o legado negro na construção do Brasil.

No Ibirapuera fica também o Pavilhão Japonês. O fato de ambos estarem representados lá, diga-se de passagem que numa proporção justa à quantidade de pessoas das diferentes etnias, me faz pensar com satisfação em quem é esta gente paulista e brasileira. Sou descendente de japoneses e alemães, com um lado mineiro de sobrenome português do lado da avó materna. Não tenho parentes de sangue que são negros, mas tenho bons amigos e parceiros de trabalho, por ser tão misturada (e meus filhos mais ainda, pois ao meu sangue “vira-lata” juntou-se o lado italiano, espanhol e português do Gui), eu sempre gostei ou não das pessoas pelo que elas são, não pelo que aparentam. A cor da pele é aparência, a correção do caráter e a capacidade de amar são a essência de uma pessoa.

Mario, do Apoio Fraterno, um blog que acompanho, escreveu hoje que este feriado é um incentivo ao preconceito racial e causou um furor imenso. Mas positivo. Falo isto porque ao nos manifestarmos estamos exercendo nossa cidadania e o direito de opinarmos e mudarmos o que acharmos importante na Nação que é nossa – não só de brancos, negros, japoneses, índios. Quando penso nas diferentes etnias do nosso país eu lembro daquele hino do esporte de quadra brasileiro que me emocionava tanto quando eu morava no exterior: “Sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor“. Quando discutimos cotas, direito à feriado ou não (claro que eu queria que o Dia da Imigração, que em 2008 coincidirá com os 100 anos da imigração japonesa no Brasil, fosse feriado nacional, mas e daí se não for? Em meu coração é.) estamos agindo com pouco amor. Que tal um pouco mais de amor e civilidade sem preconceito?

No blog Agenda Cultural de São Paulo eu soube que de 05 a 27 de novembro estão acontecendo debates sobre a cultura afro-brasileira, pelo que depreendi são sediados na Oficina Cultural Oswald de Andrade, com programação de filmes exibidos e debatidos que mostram a cultura afro-brasileira. A idade mínima é 18 anos, o que me fez pensar em como o tema é ainda pesado e duro para nossa sociedade. A lista dos filmes está aqui. Ainda dá tempo de ver e discutir Crash – No Limite e Quase Deuses. O primeiro eu vi várias vezes e acho um marco para discutir o preconceito, não só contra negros, mas contra o que é diferente no geral (lá tem situações com sul-americanos, pessoas do oriente médio e orientais). O segundo não conhecia, mas vou procurar. A estes eu acrescentaria muitos outros, mas o que me passa pela cabeça agora são dois divertidos e doces: Corina, em que Whoopi Goldberg e Ray Liotta fazem um casal lindo e Feita por encomenda, com Whoopi e Ted Danson. Que tal experimentá-los para rever seus conceitos?

Há alguns dias li um post da Erica, do blog Burajiru, que contava da proposta para a criação de cotas para exibição de desenhos animados brasileiros, feita pelo Deputado Federal Vicentinho (PT-SP). Segundo Erica, ele acredita que essa medida pode acabar com a hegemonia dos desenhos animados estrangeiros no país. Achei interessante o argumento dele e considero perfeito para este dia 20 de novembro, quando se celebra o Dia da Consciência Negra, em memória a Zumbi dos Palmares.

Sou negro, mas meus heróis não eram negros, porque na TV não existem heróis negros“, “…(os desenhos estrangeiros) retratam o Brasil de forma preconceituosa”, argumentou Vicentinho. Medidas como esta, como as cotas nas universidades, podem minorar alguns séculos de injustiça cometidas por nosso país e em nossa sociedade contra este grupo étnico que compõe nosso povo mestiço.

Apesar de ter minhas reservas com a questão das cotas para qualquer minoria, eu concordo com Vicentinho: é importante darmos valor ao que é nosso, seja ele branco, pardo, amarelo, vermelho… a cor não nos define, mas sim o espírito que o brasileiro tem. Ele é retratado pela mídia e devemos exigir que sejam retratadas com justiça. Mas simplesmente colocar cotas não ajuda a mudar esta visão preconceituosa e caricata. Quem não ficou feliz quando os desenhos da Turma da Mônica estrearam no Cartoon Network? Eu fiquei, tanto quanto ficava com o Sítio do Picapau Amarelo (brasileiro e por sua época, muito racista), mas fico mais satisfeita quando vejo o Lázaro Ramos ser lançado a galã na novela. Quero ver ainda um japonês neste lugar, entendem? E vocês, o que acham destas cotas? Preconceituosas ou justas?

P.S. A data marca a lembra o dia em que foi assassinado, em 1695, o líder Zumbi, do Quilombo dos Palmares, um dos principais símbolos da resistência negra à escravidão. Minha cara amiga virtual e colega de Nossa Via Veridiana Serpa conta muito bem esta história em seu post de hojeem outros posts:

Consumista eu?

Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 19/11/2007

868519_no_shopping_2.jpgO consumo é uma questão que sempre me revela as pessoas e, por conseqüência, a sociedade. Sou briguenta como consumidora, mais do tipo “não piso mais lá” do que “vou rodar a baiana”, sempre disposta a fazer valer o que aprendi no tempo que trabalhei na Assessoria de Imprensa do Procon.

Uma das surpresas que tive quando mudei para São Paulo foi o atendimento. Acostumada ao atendimento no mínimo “lacônico” do curitibano, ao chegarmos neste pequeno bairro paulistano e em poucos dias sermos conhecidos por nossos nomes e preferências de compra, fui conquistada de imediato. Em Tokyo eu morei num bairro central -Tabata- e no bairro os comerciantes nos conheciam. Quando fiquei grávida, o sushiman do suhiya enviava sempre alguns dos meus sushis favoritos (hosomaki) de brinde quando Gui fazia alguma compra.

Hoje o texto Como agregar calor humano ao seu negócio e conquistar clientes, do Jairo Siqueira, me fez lembrar da diferença de atendimento. E por total coincidência, eu falei sobre consumo também no meu texto no Nossa Via, onde eu pergunto: Por que vamos ao Starbucks?

“Nós, parte de uma geração que vê a globalização pela TV mas nem sempre pode prová-la in loco, vamos ao café esperando encontrar os Friends no sofá ao lado e bater um papo com eles. Será como aqueles loucos por James Joyce que fazem o Bloom’s Day? Creio que sim, para se sentir parte de algo maior.”

Eu respondi, mas quero saber a opinião de todos, porque o tema realmente me deixa curiosa! Vai e me conta o que achou! ;)

P.S. A propósito do consumismo, dia 23/11 é o Dia sem Compras (Buy Nothing Day), iniciativa criada há 14 anos por uma fundação canadense, a Adbusters, para questionar o consumo desenfreado e que conta com adeptos em 64 países. O objetivo é ficar pelo menos 24 horas sem gastar nem um centavo. Eu vou blogar no dia sobre o tema e espero ficar sem compras, adiantando meu thanksgiving (meu dia de fazer o advento pessoal e agradecer a Deus pelas bênçãos do ano que passou não o dia do peru e de falar dos pioneiros… risos). Se você também for blogar sobre o tema, me avise, quero linkar aqui!

Décadas de música

Postado em Música no dia 17/11/2007

md.jpgAcabo de ler o texto de Marcos VP no Nossa Via. Casa Nova soou a boa música aos meus olhos cansados neste final de tarde e de semana de trabalho. :D O panorama da música nas ultimas décadas foi delicioso e, se não me identifiquei muito com o que se passou antes de 1980 (apesar de ser ninada por minha mãe com músicas de Roberto Carlos e de Sérgio Mendes, eu não me lembro), depois eu me vi nas suas palavras. Coisa gostosa. Pensei imediatamente na querida Lina, que sumiu do meu msn e da blogosfera, mas continua presente na minha vida nas músicas anos 80 com as quais me presenteou.

Achei duas diferenças entre a realidade do Marcos e a minha, fora a localização geográfica e meia duzia de anos. Preferi o baixo (à guitarra) e tive uma fase MD, que não aconteceu aqui, mas estava no seu auge quando morei em Tokyo. Ainda os tenho e não troco meu som do carro porque não quero me desfazer das pérolas que colecionei naquele formato. Mas mandei fazer um ajuste para plugar meu mp3 player e o i-pod dos meninos. ;)

1º Salão Nacional do Jornalista Escritor

Postado em from posterous no dia 16/11/2007

Achei Sampa meio parada neste feriado, pelo menos no que concerne à programação cultural infantil. Gui e eu estamos trabalhando normalmente, mas a escola dos meninos fez feriado de 15 a 20, como disse o Enzo, mini-férias, por conta do dia da República e o da Consciência Negra, feriado estadual.

Mas um evento é bem interessante e quero dar uma passada lá amanhã e domingo, se eu puder. É o 1º Salão Nacional do Jornalista Escritor, no Memorial da América Latina, em São Paulo. Os detalhes estão no site. A entrada é franca, mas há um estímulo à doação de livros infantis em bom estado no local, como forma simbólica de ingresso.

A abertura foi dia 14 à noite e o encontro vai até domingo, 18/11, sempre das 11h às 22h.

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Cinema japonês: medo, susto, risos?

Postado em from posterous no dia 16/11/2007

collage.jpgA Fundação Japão prossegue com o projeto “Sempre Cinema” e até dezembro apresenta filmes de terror com toque de humor. Dizem que todo mundo que vai ao Japão traz uma história de fantasma – eu não trouxe – e algumas delas podem estar aqui.  São filmes de terror baseados em lendas urbanas japonesas como “Escola Mal Assombrada” (Gakko no Kaidan),  “Gente Medrosa” (Kowagaru Hitobito) e “O Fantasma do Bar” (Izakaya Yurei).
As exibições no Espaço Cultural Fundação Japão são gratuitas, com lotação máxima de 100 lugares por sessão, por ordem de chegada. Todos os filmes têm legendas em português. O endereço da Fundação é Avenida Paulista, nº 37, 1º e 2º andares – Paraíso – São Paulo. Publiquei a programação no meu blog dekassegui.

Sonho de consumo

Postado em Música no dia 15/11/2007

12-inch-digiframe.jpgVi no blog Digital Drops, mas há tempos que eu namoro isto. Quem me conhece saberá que é a minha cara… (publicando sobre novidades digitais e consumo, acho que estou lendo muito Geek Chic e HiTechLive- risos- Alás, hoje ele dá dicas para escolher o notebook. ).Porta-Retratos Digital com MP3 Player e caixas de som integradas, com tela de 12″ e resolução boa. O preço é alto, mas se eu encontrar alguém que me traga, vou pensar bem no caso, sabe? Perfeito para uma mãe coruja e moderninha como eu.

P.S. Ontem no Nossa Via Gustavo Gitti fez um convite inusitado a todos: Declaro hoje, 14 de novembro, o dia oficial da generosidade absurda. A idéia, linda e exigente, é defendida em Hoje é dia de presentear um estranho!

perfil: fui tageada!

Postado em Música no dia 13/11/2007

[youtube=http://br.youtube.com/watch?v=gy9bRpVx8i4]Foi a Lúcia quem me convidou. Já faz dias e eu não consegui responder por conta da animação toda com o Nossa Via, mas gostei do desafio. No ginásio eu confesso que adorava os caderninhos de recordações e os que respondíamos perguntinhas assim (esqueci o nome deles!), e a blogosfera me lembra muito este tipo de amizade solta e leve. Será que há rivalidades como Gossip Girl ? Uiiiii… espero que não, mas elas fazem parte desta fase tb!

Último livro comprado:

Estou lendo agora:

  • o mesmo (pela primeira vez em muitos anos estou lendo um só, será que melhorei ou piorei?)

Número de livros que tenho:

  • Não faço a menor idéia… com certeza mais de 100 menos de mil.

Três livros que significam muito para mim:

(Já postei sobre os favoritos aqui e aqui.)
Últimos filmes que vi:

Filmes que significam muito para mim:

  • Imensidão Azul, o primeiro que vi com o Gui quando começamos a namorar e de onde tiramos o nome do Enzo
  • Amor além da vida, que é forma como vejo minhas relações, eternas e mutantes

Último CD que comprei:

  • Não compro mais CDs há tanto tempo… mas o último que ganhei -e adoro – foi Kaya n’gan daia, com Gil cantando Bob Marley
  • O que meu mais ouço no meu mp3 é uma seleção chamada Love Ballads que ganhei da Lina do Ginger Musicalmente Musical

Música que estou ouvindo agora:

  • Nenhuma no momento, mas acordei pensando numa música da trilha do A lot like love (amo trilhas sonoras de filmes)

Três músicas que significaram muito pra mim:

Bebida Favorita:

Entidade favorita:

  • esta pergunta eu não entendi!

Férias favoritas:

  • Final de ano em Saquarema com nossos afilhados-padrinhos Nei e Marlei antes de mudar pro Japão

Vício favorito:

  • Vício não é favorito, né? Acho obrigatório.
  • Todo dia, além de trabalhar, chat na internet, blogar, fotografar o cotidiano.
  • Quando tenho tempo: ler revistas (do editorial à última página), ver seriados na TV (mesmo sem acompanhar de verdade nenhum, adoro porque vejo quando quero, sem compromissos), perder horas conversando com meu amor para repor o que a correria da semana nos tirou.

Passo para novos amigos virtuais:

Queria tagear todos os amigos… então, quem gostou e ficou com vontade de fazer um caderninho de confidências (lembrei do nome!) no seu blog, faz e não deixe de me contar! ;)

P.S. A Veridiana, doce como sempre, me concedeu um selo querido, este blog é escrito com amor. Recebi e estou pensando nos sete que devo indicar. :)

[update] Adorei este meme, me fez achar muita coisa boa em comum com novas amigas. Veridiana e Lunna contaram suas confidências em 18/11. Outras amigas que fizeram e eu li: Evellyn, Luma Kimura.

Paz sem voz, não é paz, é medo

Postado em Música no dia 12/11/2007

[youtube=http://br.youtube.com/watch?v=-nSS3XCk2ZU]

Quando voltei do Japão, há 8 anos, muita coisa me chocou no Brasil. A primeira foram as crianças em situação de risco, coisa que me doía antes de sair do Brasil e na volta, já mãe, me dói muito mais. As outras foram fruto da violência urbana, do jeitinho que nos arrasta para o submundo global e as diferenças sociais. No Japão há muita riqueza e diferença social, mas pouca pobreza e miséria.

Foi neste clima pessoal que meu irmão, com quem cresci vendo clipes (ainda crianças vendo videoclipes aos sábados na Globo e já adolescentes brincando de quiz ao ouvir músicas na MTV) que me mostrou este clipe do Rappa. É tão triste que, apesar de gostar muito da música, não consigo encarar o vídeo e até entendo que muitos prefiram a versão da Maria Rita (abaixo) . Estou visitando os participantes da blogagem coletiva pela paz e vi que muitos citaram esta música como um hino. Bonito e verdadeiro, como o verso:

“Paz sem voz, não é paz, é medo”

Visitei quase todos os participantes da blogagem coletiva, mas se tivesse apenas ido a um ele teria me valido pela vida inteira. Chorei com sinceridade e do mesmo modo agradeci a Deus pela pessoa que escreveu existir, se expor e nos oferecer a paz que transparece de suas palavras. Esta pessoa é Vera, do blog Verinha, mãe feliz e coruja. Ela foi vítima de violência, das piores, e além de nos oferecer uma mensagem maravilhosa de esperança e recuperação, ensina o perdão. Deus a abençoe imensamente.

[youtube=http://br.youtube.com/watch?v=C2_cFNwBY7M]

Zeus para crianças

Postado em from posterous no dia 09/11/2007

Meu filho Enzo é vidrado em civilizações antigas, como vikings e faraós egípcios. Mas nada bate o interesse dele pelo mundo grego. Berço da civilização ocidental (como “meio-oriental” eu sei que há mais cultura no mundo do que a ocidental, mas isto é outro papo), a Grécia é atraente para pessoas de todas as idades e merece ser estudada, mas já pensaram como é complicado falar sobre os mitos gregos para crianças? O incesto, dentre outros temas e tragédias nada infantis, estão presentes nas histórias.
Por conta disto, fiquei curiosa para conferir o livro O Nascimento de Zeus e outros mitos gregos, de Adriane Duarte com ilustrações de Felipe Cohen, lançamento da editora Cosac Nayfi. O livro compõe a coleção Mitos do Mundo, coordenada pela antropóloga Betty Mindlin e com alguns títulos selecionados pelo Programa Nacional Biblioteca da Escola (pnbe), plano de incentivo à leitura do Ministério da Educação.
O lançamento da obra acontece neste sábado, às 15h,  de semana na Livraria da Vila (Al. Lorena, 1731, Jardins, São Paulo. Telefone: 3062-1063

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