Adote biblioteca
Postado em Cotidiano e sociedade, livros no dia 10/10/2007
Acabo de descobrir o Estado de Leitores no site da Livraria Cultura. A idéia é de que ajudemos bibliotecas carentes do estado de São Paulo com a doação de um livro. Fácil, né? Ao ler já pensei em alguns títulos legais para doar, mas eles têm sugestões lá. E você, também teria os seus? É só clicar aqui e ver a lista, depois seguir instruções.
Da mãe má
Postado em Comportamento, Mãe com filhos, TV no dia 09/10/2007
Li há pouco um post da Sofia, Cenas da vida real, daqueles que, como diz Luma Kimura, eu poderia ter escrito, pelo menos o parágrafo que colo aqui (com autorização da autora): Sinto “orgulho (…) de ter um filho que me diz “podes tirar-me tudo menos aquilo que eu penso sobre ti“. É dose. Tem oito anos. Um coração de ouro. Uma perspicácia brutal. E uma frontalidade poderosa.” Tenho vivido isto tanto com o Enzo, são reações opostas, de imenso amor e profunda mágoa, mas que me deixam ciente de que ele está amadurecendo e sabe seu lugar no mundo, além de lutar para que ele seja ainda melhor.
Hoje encontrei um tempinho para visitar alguns amigos virtuais e encontrei no Futuro do Presente um texto que já publiquei uma vez, ainda no tempo do Spaces do Hotmail (meu primeiro blog). Chama-se MÃE MÁ e vale a pena ser lido. Mais ainda se consideramos que parte de nossa convivência atual com os filhos é pelo telefone celular ou pelo messenger. Até os castigos têm uma conotação eletrônica! Ano passado fiz uma matéria sobre video-games e entrevistei uma mãe de pré-adolescentes que controlava o tempo deles no computador e videogame no msn. Como controlar o tempo que eles passam se precisam ficar no computador para responder?
A propósito das mães, filhos, presentes e castigos, escrevo sobre o Liga-Desliga da TV nas nossas casas. Cito dois livros ( Liga-Desliga e O menino que queria ser celular) que me interessaram muito, especialmente depois de ler uma entrevista com o autor, Marcelo Pires, publicitário casado com a escritora Leticia Wierzchowski e pai de um menino da idade do Giorgio. Andei pesquisando e achei uma lista excelente de livros que tratam do tema para que, como eu, vive o drama do liga-desliga.
[update] O blog Diga Não À Erotização Infantil tem uma entrevista com o psicólogo e professor da PUC-Paraná Ivan Capelatto sobre seu novo livro Diálogos da Afetividade (Papirus). Está no post Afeto e limites.
MÃES MÁS “Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.
Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro, e os fazer dizer ao dono: “Nós pegamos isto ontem e queríamos pagar”.
Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé, junto de vocês, duas horas, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
Eu os amei o suficiente para os deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.
Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes NÃO, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em alguns momentos até odiaram).
Essas eram as mais difíceis batalhas de todas. Estou contente, venci…Porque no final vocês venceram também! E em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães; quando eles lhes perguntarem se sua mãe era má, meus filhos vão lhes dizer:
“Sim, nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo…As outras crianças comiam doces no café e nós só tinhamos que comer cereais, ovos, torradas. As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvetes no almoço e nós tinhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós fazíamos com eles”.
Insistia que lhe disséssemos com quem iamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos. Ela insistia sempre conosco para que lhe disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade.
E quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler os nossos pensamentos. A nossa vida era mesmo chata.
Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos; tinham que subir, bater à porta, para ela os conhecer.
Enquanto todos podiam voltar tarde tarde da noite com 12 anos, tivemos que esperar pelos menos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aquela chata levantava para saber se a festa foi boa (só para ver como estávamos ao voltar).
Por causa de nossa mãe, nós perdemos imensas experiências na adolescência. Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.
FOI TUDO POR CAUSA DELA!” Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos fazendo o melhor para sermos “PAIS MAUS”, como minha mãe foi. EU ACHO QUE ESTE É UM DOS MALES DO MUNDO DE HOJE: NÃO HÁ SUFICIENTES MÃES MÁS!”
Gibiteca de Curitiba comemora 25 anos
Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 09/10/2007A Gibiteca de Curitiba comemora 25 anos neste mês de outubro. No dia 09/10 no Solar do Barão acontece a abertura de uma exposição retrospectiva sobre os 25 anos, com material de acervo (gibis antigos, desenhos) e a participação de 20 cartunistas que tiveram como base de sua formação os cursos de desenho de HQ da Gibiteca. No mesmo dia, ocorre a inauguração da mostra “Originais de Joe Bennett”, do desenhista da DC Comics Joe Bennett.
Exposições, lançamentos, em várias datas a partir das 19 horas, exibição de filmes com sessões 19 e 21 horas e palestras e bate-papo compõem a programação, que pode ser conferida aqui. Mais informações na Gibiteca de Curitiba pelo telefone 3321-3250.
Meme: O que seria da blogosfera sem o By Osc@r Luiz?
Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 08/10/2007A Tânia me convidou para um meme em homenagem ao nosso amigo Osc@r. Inusitado e simpático, bem no estilo FriendSphera. O meme diz o seguinte:
Quero convidar algumas pessoas para fazerem uma homenagem ao By Osc@r Luiz pelo seu primeiro ano de vida. A idéia é responder a um meme curtinho: O que seria da blogosfera sem o By Osc@r Luiz?
Faltaria argamassa, liga, a união. Osc@r, a quem só conheços dos blogs e comentários gentis, é um ser gregário no melhor sentido da palavra. Como ele mesmo faria, colo abaixo uma definição para explicar meu ponto de vista:
“Definição de GREGÁRIO. adj. Diz-se dos animais que vivem em bandos ou em grupos. Que é próprio das multidões: ilusão gregária. Instinto gregário, tendência que leva os homens ou os animais a se juntarem, perdendo, momentaneamente, suas características individuais.”
A blogosfera sem o blog do Osc@r seria menos mesclada, menos amiga, menos envolvida. Quantos blogs bárbaros você conheceu graças às dicas dele? Sem ele não haveria a tertúlia.
Abraços Osc@r! Passo o comprimisso de imaginar a blogosfera sem você para Aline, Erica e Maria Augusta.
Hotel Ruanda
Postado em Cinema e TV no dia 08/10/2007

Alguns filmes, bem como faces de nossa realidade mundial, a gente evita ver. Se compadece ao ouvir falar, mas, digo com franqueza sobre mim, não encaramos. Parece-nos que não encarar a imagem mudaria a realidade. Em alguns momentos eu ajo assim. Não sou como minha amiga Aline, que consegue viver focando só o positivo, mas noto em mim uma tendência, especialmente depois que me tornei mãe, de evitar os confrontos emocionais de notícias e imagens duras. Claro, vejo telejornal (ao acordar e ao deitar) e acompanho notícias na mídia, não fujo da realidade. Mas evitei por meses um filme que sabia que era bom, mas não sentia que conseguiria acompanhar até o fim: Hotel Ruanda.
Já indiquei outros filmes de guerra na África aqui e é mais fácil falar de um personagem fictício criado por Leonardo di Caprio do que citar um homem real como Paul Rusesabagina, um gerente de hotel de luxo que salvou a 1268 pessoas durante o genocídio de Ruanda em 1994. Vale a pena ver para nos sentirmos mais capazes de solidariedade e misericórdia com o próximo.
Eu lembrava deste momento da história da humanidade como da limpeza étnica semelhante que ocorreu na Iugoslávia. Os mais jovens nem devem saber direito, mas era o nome de um país que hoje chamamos de Bósnia-Herzegovina, da Sérvia, de Montenegro, da República da Macedônia e a maior parte da Eslovênia e da Croácia. Os conflitos da ex-Iugoslávia e de Ruanda eram-me tema de leitura da Folha de S. Paulo, que lia avidamente quando estudante de jornalismo para entender o mundo que mudava rápido, deixando para trás as certezas geográficas e ideológicas que fizeram parte de minha formação. Lembro-me que diariamente, no caderno Mundo, havia mais notícias desoladoras dos tutsis e hutus. A história é a das diferenças irrisórias entre etnias que só se confirmam com exatidão nos documentos, de tão sutis e irelevantes, mas que no fundo são prova da desigualdade de oportunidades e da capacidade de um ou outro grupo estar mais próximo do poder. Os tutsis sempre foram mais próximos do poder dos colonizadores belgas e um dia os hutus reagiram e daí surgiu uma revolta popular com requintes de crueldade que nem um filme hollywoodiano consegue retratar.
O que se fala en passent mas não fica claro no filme é que, como em outras guerras do gênero, o genocídio foi parcialmente financiado com o dinheiro de programas de ajuda internacionais. Estima-se que 134 milhões de dólares foram gastos na preparação do genocídio em Ruanda – uma das nações mais pobres da terra – com 4,6 milhões de dólares gastos somente em facões, enxadas, machados, lâminas e martelos. Seria o equivalente à distribuição de um novo facão a cada três varões Hutus, resultando na morte de 4/5 da população tutsi, cerca de um milhão de pessoas. Não é um número expressivo o suficiente para que ouçamos sua história?
P.S. Don Cheadle, que interpretou Paul no filme, atuou também em Crash, que discute igualmente dificuldades de convívio étnico, só que no contexto de uma cidade norte-americana.
Problogger na Nossa Via
Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 08/10/2007
O Boombust está cadastrando editores de notícias e o convite, Seja Problogger da Nossa Via, é bastante tentador.
“Se você escreve muito bem, tem grande domínio sobre algum tema que possa ser de interesse coletivo (…) cadastre-se aqui, candidatando-se a Editor do Site Nossa Via – uma iniciativa conjunta da Via6 – Maior Rede de Social Networking do Brasil – e do Boombust, cuja implementação está sendo realizada por um grupo de “conselheiros” que está totalmente mobilizado para lançar o site nos próximos dias, com direito a muito buzz e projeção.”
Duas características da proposta soaram inovadoras e positivas para mim: aceita-se não-blogueiros (nem todo ser pensante e formador de opinião tem blog – ainda- e isso vai permitir que muita gente boa esteja interagindo na blogofera) e Wagner e seus sócios prometem remunerar os editores fixos, firmando contratos que garantem remuneração sobre 80% de todos os resultados financeiros – on e offline – do Site (desses 80%, 30% serão fixos e 70% variáveis, em função do nº de artigos publicados pelo editor, do nº de pageviews dos artigos publicados por ele e do nº de votos dos seus posts).
Eu já me inscrevi, especialmente porque, ao contrário do rec6, no qual eu indico sempre notícias e voto em muitas outras interessantes, achei no nossa via tags para meus temas. Quem sabe você também encontra?

[update]
P.S. Continua a a votação para o BestBlogsBrazil, criado pela Cynara. A data limite é 15 de outubro, até lá cada um pode dizer qual é o melhor blog, o melhor post, votar nos seus preferidos para dúzias de categorias.
Se já é difícil escolher blogs para memes e prêmios, imaginem para um BBB. Mas a tarefa hercúlea vale a pena.
Turminha do cifrão
Postado em from posterous no dia 08/10/2007O blog Dinheirama, do qual sou leitora assídua, está com uma promoção para o Dia das Crianças. É uma parceria com o escritor Álvaro Modernell, da Coleção Turminha do Cifrão. Segundo Conrado Navarro, “o objetivo maior é despertar nas crianças o interesse para temas básicos para e educação financeira infantil, com destaque para a formação de poupança e a ética nas relações financeiras”. Cada livro é cuidadosamente revisado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento para que aspectos de linguagem, pedagógicos e psicológicos sejam adequados ao público-alvo. Além das noções de educação financeira, os livros também primam pela abordagem de valores éticos e morais relacionados à família, cuidados com animais, ecologia e outros.
São três títulos, no valor de 36 reais com frete grátis. Maiores informações aqui.
Zequinha e a porquinha poupança
Formato: 20cm x 20cm
Em papel couche com capa plastificada.
Estória de um menino que dedicou carinho e atenção à sua porquinha, chamada Poupança, e acabou ficando rico e famoso.
Ilustrações: Cibele Santos
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O Pé de meia mágico
Formato 20cm x 20cm
Em papel couche com capa plastificada.
O livro faz um paralelo entre a rotina de dois irmãos que agem de maneira diferente em relação a tudo, inclusive a dinheiro.
Ilustrações: Cibele Santos
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Paulina e o Ipê-amarelo
Formato 20cm x 20cm
Em papel couche com capa plastificada.
A estória de uma linda menina que ganhou uma árvore, uma poupança e um cofrinho. Ela aprende com o avô como cuidar de cada presente.
Ilustrações: Cibele Santos
Ecos do Planeta 2007
Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 07/10/2007
Um programa imperdível estará no Parque Ibirapuera, em São Paulo, até hoje. O Ecos do Planeta 2007 é um evento sensorial e lúdico totalmente dedicado à causa de um dos biomas mais ricos em biodiversidade do mundo, a Mata Atlântica.
Em sua segunda edição, o Ecos do Planeta oferecerá, em um mesmo local, a recriação de 500 m2 de mata atlântica, shows, cinemas, teatro, exposição, debates, animais e ainda um pedaço natural da Mata Atlântica. Voltado para a família, o evento é totalmente gratuito.
A recriação de 500 m2 de Mata Atlântica, em dois andares do pavilhão da Bienal, está a cargo de Marcelo Faisal, o paisagista das estrelas. Será criada uma atmosfera real da mata estratificada, com espécies nativas de árvores frutíferas, palmeiras e bromélias. Ao atravessar a floresta, já na entrada do evento, o público será convidado a deixar o mundo urbano e passar para um mundo interno sofrendo uma verdadeira transição sensorial, com os odores, a umidade, os sons e luzes de uma verdadeira mata.
Mais informações e programação completa pelo site:
www.ecosdoplaneta.com.br
- Local: Pavilhão da Bienal do Parque do Ibirapuera
- Preço(s): Grátis.
- Data(s): De 03 a 07 de outubro de 2007.
- Horário(s): Das 09 às 23h.
Contos do Quintal
Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 07/10/2007A Mara, coordenadora pedagógica da escola dos meus filhos, me avisou de um lançamento legal neste domingo na Livraria da Vila: o livro Contos do Quintal, da editora Globo. Pelo que li no blog Ler para Crescer, da revista Crescer, parceira desta edição, são 15 histórias escritas e ilustradas de um caderno da revista chamado Quintal, que se assemelha a um almanaque para crianças, sempre com um tema, com atividades, informações, curiosidades, brincadeiras e um conto inédito.
A capa e o prefácio são de Katia Canton, premiada autora de quem já falei aqui sobre Yoga para Crianças, da editora Cosac Naify, livro que breve o Desabafo irá divulgar e que duas mães estão “testando” para nós. Kátia é autora de um conto e uma ilustração no Contos do Quintal, que tem outros autores incríveis como Mariana Massarani, Silvana Tavano, Fabrício Carpinejar e Márcio Vassallo.
Na tarde de lançamento do livro haverá contação de histórias com três dos autores: Sylvia Lohn, Giba Pedroza e Giuliano Tierno., que é amigo da Mara e já foi da equipe da escola dos meus filhos.
Serviço:
- Lançamento do livro Contos do Quintal
- data: dia 7 de outubro, das 15h às 17h.
- local: Livraria da Vila, rua Fradique Coutinho, 915, Vila Madalena.
- informações: www.livrariadavila.com.br
- fone (11) 3814 5811
Festival de Teatro Infantil de Curitiba
Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 06/10/2007
O shopping Novo Batel recebe, entre os dias 06 e 28 de outubro, o primeiro Festival de Teatro Infantil de Curitiba. Serão ao todo 64 apresentações e 20 espetáculos diferentes, com alguns clássicos da história infantil, como Cinderela, entre outros.
As peças apresentadas durante o Festival são voltadas a crianças a partir de 4 anos de idade e os ingressos para os espetáculos custam R$ 12,00 e R$ 6,00 (meia entrada), exceto a peça “High Escola Musical”, com valores a confirmar.
Na ocasião acontece também a inauguração do Teatro João Luiz Fiani (em homenagem ao diretor teatral), com 100 lugares. Ele, assim como os outros dois teatros (Fernanda Montenegro com 551 lugares e Paulo Autran com 345 lugares) serão palco para onze companhias de teatro.
Serviço:
- I Festival de Teatro Infantil de Curitiba
- Data: de 06 a 28 de outubro de 2007
- Ingressos: R$12 e R$6 (meia entrada)
- Shopping Novo Batel – Rua Cel. Dulcídio, 517 – Batel – Curitiba – PR
- Informações: (41) 3225 4484 e a programação completa no site.
Fidelidade partidária
Postado em from posterous no dia 05/10/2007Há pouco li a interpretação do Fábio Mayer sobre a questão da Fidelidade Partidária e Ética. Foi um deleite. Não só porque atualmente sou oposição, depois de muitas vezes eleitora do Lula, mas por tratar da questão como um todo, uma prática tão comum no país que exigiria a isonomia citada por ele.
Assisti à noite ao Jornal da Globo e pensava no quanto precisamos aprender a reagir. As declarações dos parlamentares sobre este (e outros) temas é de um descaramento que me choca sempre. A desfaçatez nos humilha, mas a vida aqui sempre continua, como se nada tivesse acontecido. Nestes momentos me sinto um peixe fora d’água, não me encontro no coletivo dos meus concidadãos.
- Troca de partido: entenda a decisão do STF
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Saiba quem são os dezesseis deputados que correm o risco de perder o mandato
- Supremo decide que mandato é do partido, mas poupa ‘infiéis’

