Arquivo: August, 2007

Meu primeiro acidente de trânsito

Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 11/08/2007

Ontem eu sofri meu primeiro acidente de trânsito. Sem vítimas, graças a Deus, mas chato como todo acidente é. Eu estava parada no sinaleiro numa rua perto de casa e um caminhão-baú ficou sem freio e bateu na traseira do carro. Na hora, o que pensei? Ainda bem que o Giorgio não está aqui (ele queria ter saído comigo). Nosso carro é hatch e ele teria se machucado bastante, pois o impacto afundou bem a traseira e as laterais e a cadeirinha dele ficou cheia de vidro. E olhem que o caminhão estava há uns 100m de mim quando viu o sinal fechado!

Há 10 anos Gui e eu não passávamos por nada assim (viu que gente mais cuidadosa?) e na hora eu fiquei tentando pensar no que deveria fazer. Incrível como nestas horas a gente pensa coisas diferentes. Antes de sair do carro vi que meu celular estava sem bateria (sempre esqueço de carregar porque a bateria dura muito) e já gritei para um cara do outro lado da rua, que me olhava com curiosidade: “você tem celular, liga para a polícia por favor”. Bem, desci, falei com o motorista do caminhão, ele já disse que faltou freio (que bom, pensei, Gui não vai achar que a culpa foi minha!) e fui ver a motorista do carro da frente. Ela estava com um bebê, mas tudo bem com todos, graças a Deus (de novo). Avisei o Siate, avisei meu marido e fui anotando tudo que vi. Placas, nomes, telefones dos motoristas envolvidos e das prováveis testemunhas. Como tem muito comércio na frente, juntou muita gente e umas dez vezes me ofereceram água, o que achei engraçado e gentil. E fui aproveitando para perguntar: você viu o acidente? Tem celular com câmeras para tirar umas fotos? Enfim, notei que no desespero, baixou a jornalista.
Não precisei das testemunhas. O motorista do caminhão, um senhor que trabalha com o filho fazendo serviços para uma transportadora, se ofereceu para ir fazer o B.O. comigo. Ele foi gentil, mas estava tão arrasado que me deu pena. Devia pensar no prejuízo que não tinha como assumir naquele momento – e quem pode?
Bem, aprendi uma coisa hoje ao pesquisar sobre o tema: em casos de acidente sem vítima, deve-se remover os veículos para garantir a fluidez do trânstito ou incorremos numa infração de trânsito de natureza média. Eu corri este risco sem necessidade numa avenida de mão dupla por onde passam muitos ônibus, enfim, o caos. A segunda providência (que eu fiz) é ligar para a polícia no número 190 e avisar do acidente para eles virem. Se não tem vítimas, não espere porque eles não vêm. Melhor ir de uma vez fazer o Boletim de Ocorrência num posto da polícia militar.
Sobre o B.O.: vou dar umas dicas, como li uma vez no blog da Soninha, porque pode ser útil. Pode-se fazer qualquer B.O. nos postos da Polícia Militar com sua documentação (carteira de motorista e documento de posse do veículo). Nunca tinha feito um B.O. mas o atendimento foi super gentil, as sargentos eram bonitas (parecia coisa de novela global, para ser sincera) e foi tudo fácil porque o causador do acidente foi junto (dei carona a ele, claro, porque o caminhão não podia rodar sem freio!) e em cinco dias iremos buscar o boletim definitivo. Foi a única parte que não entendi: não havia nenhum computador lá e foi tudo feito à mão.
Minha estranheza é porque em alguns estados, como aqui, é possível fazer o B.O. pela internet. Mas, enfim, coisas de Brasil ou eu é que assisto demais CSI e fico achando que tudo é tão cheio de tecnologia!
Deixo abaixo a lista dos estados que permitem B.O. on line.

P.S. Minha irmã que é médica me corrigiu explicando a sigla Siate (eu tinha escrito Ciate): Sistema Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergências.

MY SOHO – Small Office Home Office

Postado em Carreira e dinheiro, Cotidiano e sociedade no dia 11/08/2007

Recebi a visita de uma amiga agora à tarde. Foi rápido, mas nestas horas é que eu penso em como é válido estar em casa, trabalhando, mas disponível, administrando meu tempo do meu jeito. Estive lendo na coluna do Max Gehringer sobre o home office e um leitor perguntava porque não deu certo, acrescentando que nos anos 1990 essa prometia ser a grande tendência para o futuro.
Sinto-me a prova de que o home office deu certo, pois há anos trabalho assim, desde que retornei do Japão. A Rê, que me visitou hoje para me convidar para o aniversário do Lu, trabalha assim também. Sabemos que teremos que compensar muito trabalho depois porque paramos meia hora para conversar, mas nos sentimos bem por termos esta flexibilidade. No entanto, nenhuma de nós (e nem as empresas para as quais trabalhamos) fica alardeando isto e nossa existência diferente passa desapercebida no contexto geral da sociedade.
Lembro-me de ouvir falar de uma mudança em empresas européias no final da década de 1990, em que os funcionários recebiam da empresa uma estrutura mínima para montar um SOHO (small office home office) e realizar de suas casas o trabalho que fariam na empresa. A tinha como base menos o conforto do empregado e mais a necessidade das grandes corporações de reduzir seus custos. Isto é possível para alguns profissionais, como jornalistas (eu), arquitetos, despachantes (como a Rê), técnicos de informática, designers gráficos, alimentadando também a rede de prestadores de serviços das quais ouvimos falar tanto.
Gehringer defende que os empregados remotos não exigem espaço nos escritórios e permitem uma economia de espaço, móveis, materiais, café, transporte e de funções de apoio (portaria, recepção, secretárias, boys). Tudo tudo verdade! Gostei também da dica do site Go Home. E o blog efetividade.net tem um bom post sobre o trabalho em casa. Nem tudo funciona comigo, mas vale a pena ler se você está pensando nesta mudança na sua vida ou já está nisto e precisa otimizar o tempo.
O que sinto no meu trabalho é que para fazê-lo em casa preciso me desligar de estar em casa. Não ouvir as crianças, a empregada, só atender o telefone do escritório e ter horários e metas para cumprir. Não com rigidez, mas com disciplina. Sou uma bagunceira com papéis, mas super organizada no mundo virtual e prezo demais meu espaço, então aqui em casa cada um tem suas coisas, inclusive material de escritório. Mas isto não impede os meninos de tentarem me chantagear ao longo da tarde. E tem coisa melhor do que poder parar cinco minutos e abraçar o filho ou dar parabéns por um desenho lindo?
P.S. Este post foi feito no dia 10, mas como saí de casa e sofri um acidente de trânsito não foi postado no dia. Mais uma razão para trabalhar em casa: a gente não corre riscos no trânsito! (Ah, a imagem foi uma montagem minha e frase – ridícula- ficou com cara de publicidade de qualidade duvidosa, né? Mas vou manter, prova que não tenho talento para vendas! Tentei tirar uma foto minha aqui, mas não deu certo, Enzo ainda treme muito. Aliás, os botões de câmera tb são contra canhotos!)

(24/08/07:  Achei um texto bem legal sobre o tema no  blog do Rodrigo Muniz e deixo trackback aqui. )

Sessão de autógrafos do livro“Missão Vlinder”

Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 10/08/2007

A simpática ilustradora Luciana Farias nos deixou um convite para o lançamento de seu livro em parceria com a escritora Juliana Dalla.
Para quem tem fãs de ficção científica ou simplesmente crianças muito aventureiras em casa, é uma boa pedida. Meus meninos ficaram maluquinhos aqui quando viram as imagens, porque Luciana gentilmente deixou algumas imagens do livro no seu blog para os pais baixarem e imprimirem para os pequenos colorirem e inventarem suas próprias histórias. É só clicar aqui para escolher ou navegar aqui para ver outras imagens bárbaras.

Serviço:

  • Sessão de autógrafo do livro“Missão Vlinder”
  • Local: Livraria da Vila na Casa do Saber
  • Endereço: Rua Dr. Mário Ferraz, 414 – Itaim – SP
  • Data: 11 de agosto de 2007 Horário: 16h

P.S. Por falar em ficção científica (de novo!) Aline já foi conferir Transformers com os trigêmeos dela no cinema e fez um desabafo. Eu estou mais curiosa pelo Mimzy.

O mundo em marcha contra a fome

Postado em from posterous no dia 09/08/2007

Noticia linda, que me deixou emocionada. Repito aqui o release que recebi da Ana Carolina, da Libris.
A redação e uma foto dela estão aqui.

Concurso de redação leva aluna da rede municipal de Guarulhos para a Itália
Estudante de nove anos e sua professora irão até Roma, com todas as despesas pagas

Um concurso de redação realizado entre os estudantes das 3ª e 4ª séries do ensino fundamental da rede municipal de Guarulhos, na Grande São Paulo, acaba de definir uma vencedora: Nicole Ribeiro Ferreira, de nove anos. Como prêmio, ela e sua professora ganharam uma viagem com todas as despesas pagas para Roma (Itália), onde está localizada a sede da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação).

A redação ganhadora, intitulada “O mundo em marcha contra a fome”, foi desenvolvida sob orientação da professora Rosana Mio da Silva a partir do tema central deste ano, “Segurança Alimentar e Nutricional: Alimentação como um direito”.

O objetivo do concurso é despertar nas crianças uma reflexão sobre a necessidade de adotar medidas para combater a fome e a exclusão social. Para chegar ao vencedor, a comissão levou em consideração a abordagem da temática, coesão e coerência textual, clareza, objetividade e criatividade.

Organizado pela Secretaria de Educação de Guarulhos, o concurso faz parte da programação da “Marcha Mundial Contra a Fome” – evento promovido pelo Programa Mundial de Alimentos, da ONU, e pela organização não-governamental “TNT/Moving the World Resourcer Center”. Pelo segundo ano consecutivo, a Marcha foi realizada em Guarulhos. A finalidade do encontro é conscientizar a população sobre a necessidade de se combater a fome, que mata cerca de seis milhões de crianças no mundo a cada ano, de acordo com a ONU.

Sunday, Bloody Sunday

Postado em Música no dia 09/08/2007

Quem já ouviu falar do Sunday, Bloody Sunday? Para mim foi somente o título de uma música do U2 por muito tempo, eu confesso, sem relacioná-la à Irlanda. Adolescente ainda, eu era muito ligada em MPB e não prestava a devida atenção à letra de nada e, enfim, não tinha internet para eu googlar tudo que ouvia.
Mas ao descobrir que se referia ao Domingo Sangrento, um massacre de civis que incendiou o conflito na Irlanda do Norte, comecei a prestar atenção no assunto. Ajudou-me a entender um pouco esta história o fato de o padre que realizou nosso casamento ser um irlandês ex-professor universitário em seu país. Mas Padre Patrício, que atualmente usa suas forças para trabalha e luta pela inclusão social (de meninos em situação de risco e de prostitutas paupérrimas) na favela do Parolim em Curitiba, não me contou como tudo foi realmente sangrento.
A partir dos confrontos que se iniciaram com uma passeata em 30/12/1972 a Irlanda do Norte viveu três décadas de violência e fez todo o mundo conhecer o nome do IRA. Em minha infância lembro que guerra tinha dois sons no Jornal Nacional: Irâ-Iraque e IRA na Irlanda.
Este conflito nasceu de intolerância religiosa, pois os católicos são minoria lá e a elite dominante e leal à Grã Bretanha era protestante. Intolerância, sempre ela. Cansados da discriminação e motivados pela independência da Irlanda do Sul (hoje República da Irlanda), em 1922, no final dos anos 60 os católicos do norte começaram a se organizar para lutar por direitos civis e por uma Irlanda unificada e independente do Reino Unido. Atualmente a Irlanda ainda é parte deste reino, mas a luta violenta cessou a partir do acordo de Belafst.
Dois filmes que revi recentemente na TV a cabo mostram en passent personagens desta história atual: O Chacal e Inimigo íntimo. O cinema e a TV às vezes são uma forma de conscientização política, apesar de todas as críticas que recebem.

A cidade do sol

Postado em livros no dia 09/08/2007


 

collage18.jpgSoube por uma resenha meio maldosa, mas como adorei o livro anterior, fiquei com vontade de ler o novo de Khaled Housseini (A cidade do sol, Nova Fronteira, 368 páginas, tradução de Maria Helena Ruanet).

Atualmente estou com dois livros muito bons mas com a leitura parada, porque o cansaço do dia de trabalho não me deixa acordada para a leitura noturna que tanto adoro.
Ainda assim, recomendo:

  • Operação Cavalo de Tróia 8, Jordão, de J.J. Benitez, da editora Mercuryo. Nunca tinha lido estes livros, mas minha mãe ganhou a coleção toda da minha irmã no Natal e tem sido gostoso ler, aprendi muito sobre história antiga.
  • Pais separados, filhos preparados, de Cris Poli, da editora Gente. Nada pessoal, pois aqui em casa o tema não caberia (graças a Deus), mas ganhei o livro e estou lendo para fazer um desabafo de mãe sobre o tema, pois fui “filha de pais separados” – que, aliás, se recasaram, mas os detalhes ficam para meu texto. Depois da matéria que fiz com a Cris ano passado, para a Sotaque Brasileiro, fiquei encantada com ela, porque suas técnicas são basicamente de amor e fé, lado que não fica tão evidente na TV, mas ela mostra bem nos livros.

Migrando para wordpress do blogger

Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 09/08/2007

Hoje pela manhã recebi um convite da Ceila para migrar o blog do Desabafo de Mãe do blogger para wordpress. Aceitei e, como já vinha namorando esta plataforma há tempos, acabei testando a ferramenta para importar posts e migrei meu blog todo. Ainda vou escrever em ambos por um tempo, porque não achei a fórmula para passar para cá todos os meus links e ferramentas do meu atual blog. Mas já vi que vou gostar muito daqui.

Adorei a repercussão da blogagem coletiva de ontem aqui, no blog do Desabafo e no portal. Agradeço às visitas e as novas amizades que estas empreitadas coletivas nos trazem.

O antigo endereço é http://samanthashiraishi.blogspot.com

Blogagem Coletiva da Semana Mundial de Amamentação (07/08/2007)

Postado em from posterous no dia 07/08/2007

Estamos na semana mundial de amamentação.
Não pretendia escrever muito aqui, porque já fiz um desabafo e postei há pouco no blog do Desabafo de Mãe, onde eu escrevo às terças e pretendia deixar apenas o convite aqui com as fotos ao lado. No entato, não estou conseguindo publicar o texto no Desabafo de Mãe por questões técnicas e deixo-o abaixo. Se possível depois o arquivarei !
Estou postando umas fotos nossas (tiradas pelo pai coruja Gui) na fase dos bebês, meio a contragosto por serem muito pessoais, mas ciente de que é preciso provar aquilo que a gente conta e defende.
Abraços a todos e meu muito obrigado a quem aceitou os convites para participar desta campanha do blog Síndrome de Estocolmo, da Denise Arcoverde, no qual consta a lista de todos os blogs participantes.

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Consegui postar no Desabafo à noite e o link está no título abaixo!

Além de amamentar, doei leite materno

Meu cérebro é sinestésico

Postado em from posterous, Saúde e Bem Estar no dia 06/08/2007

Sabem aquelas coisas que pensamos ou fazemos tão “no automático” que nem questionamos se é normal? Ontem estava lendo a revista Época e fiz um achado daqueles: meu cérebro é sinestésico.

Para falar a verdade, não só eu não sabia que meu jeito de achar cores para letras, números e palavras não era comum, como eu sequer tinha atentado para a palavra sinestesia (já tinha lido ou ouvido sem ter a menor curiosidade sobre o significado). Não vou me alongar, porque preciso me aprofundar mais no tema para escrever sobre ele – e sei que o farei. Uma dica é o blog Sinestesia, que achei hoje e fala do tema com propriedade.

Para quem se interessou, a matéria na revista conta resumidamente a descoberta desta alteração neurológica (descrita pela primeira vez em 1880) e tida como um fenômeno involuntário, acompanhando o indivíduo por toda vida e pode ser passado de geração em geração. (Preciso conversar com meus filhos hoje sobre o tema). Basicamente é uma confusão que a mente faz, confundindo audição, visão, tato, paladar e olfato. Eu me identifiquei 100% na mais comum, ver números ou letras em cores bem definidas. Mas sinto que tenho questões com audição e olfato também, só quando eu me aprodundar no assunto eu saberei onde me encaixo.

Ainda sobre saúde e o que passamos de geração em geração. Meu filho mais velho é canhoto, mesmo com os pais destros. (Preciso escrever sobre umas dicas que desenvolvi como mãe e filha nesta área) Sempre creditamos isto a duas influências genéticas: minha mãe e o irmão do Gui. Mas li que cientistas de 20 centros de pesquisa descobriram a origem desta assimetria no cérebro. Além de ser passada pelo pai, o cromossomo 2 (que passa esta característica), é o responsável também por algumas condições psiquiátricas: esquisofrenia, autismo e dislexia. Já pensaram em como o mundo vai ser quando soubermos o que nossos genes realmente têm escrito para nós? Gattaca, aquele filme sobre determinismo genético, será pouco para o determinismo que pode imperar! Assusta só de pensar!

Last.fm

Postado em from posterous no dia 05/08/2007

Passei umas horas divertidas neste domingo de garoa e friozinho organizando meu last.fm e o resultado está aí do lado. Tentei achar alguns amigos lá, mas não foi fácil… risos. Quem usa e quiser me adicionar será bem-vindo nesta rede social -sempre descubro coisas novas ouvindo as “rádios e playlists”. Para quem não usa ainda, dêem uma passada lá e façam seu perfil, vale a pena.

P.S. Passeando hoje neste mundo musical virtual me lembrei de vários LPs que eu carregava debaixo do braço no Cefet-PR, aprendendo sobre música nas trocas. Agora a troca é virtual, mas o prazer deste aprendizado não mudou.

Blogagem Coletiva da Semana Mundial de Amamentação (07/08/2007)

Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 04/08/2007

A campanha é do blog Síndrome de Estocolmo, da Denise Arcoverde, a fundadora do Grupo Origem e uma autoridade na área. Sendo ou não mãe (ou pai), divulgue a causa se puder e quiser. É só postar uma foto, pintura, música ou post sobre o tema no dia 07/08/2007 e avisar neste post aqui.

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Tem outros textos sobre o tema:

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