Archive for December, 2006

Natal do Enzo… achamos lindo!

from posterous December 6th, 2006

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Longe é um lugar que não existe – para quem lê!

from posterous December 6th, 2006

Hoje recebi um texto para embasar uma reportagem e lembrei de uma amiga que me pediu indicações sobre livros para ler com sua filha de 7 meses. O texto é da FNLIJ que está interessada em nos indicar como portal cultural. Nós usamos muito em casa livros de plastico (para banho), pano, EVA e cartolina grossa com figuras. Mas com o tempo eu notei que eles são muito caros mesmo e depois perdem a validade. Então é bom ter uns poucos, mas na verdade, uma criança inteligente vai apreciar mesmo a leitura de livros. A gente sentar na poltrona de amamentar com eles no colinho ou deitar na cama depois do almoço e ler uma historinha com muita encenação e nuances de voz, faz com que eles dêem gritinhos de alegria. Meus filhos ainda amam estes momentos comigo.
Enzo tinha dois livros favoritos dos 9 aos 14 meses: O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá (ele aprendeu a falar o nome de muitos bichos com esta obra do Jorge Amado) e Longe é um Lugar que Não Existe, do Richard Bach. Enfim, acho que o mais importante é que o pai e a mãe curtam aquilo que estão lendo, porque senão a gente evita porque é chato ou a animação na leitura fica muito prejudicada.

Dicas para incentivar a leitura na família
O texto abaixo, escrito por Laura Sandroni, por ocasião do 8º Salão FNLIJ do Livro para Crianças e Jovens, foi publicado na Revista, de O GLOBO, em 20 de agosto
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· Desde o seu nascimento, ou mesmo ainda no ventre de sua mãe, a criança é sensível ao som de sua voz. Dizemos como Almodovar: Fale com ela;
· Na hora de vesti-la ou durante o banho faça aquelas brincadeiras de “antigamente”, mas na realidade atualíssima: dedo mindinho, seu vizinho; cadê o toucinho que estava aqui, ou outra no gênero. Fique certa de que essas falas despertam nos bebês o prazer de ouvir;
· Quando a mãe ou o pai pegam o bebê para fazê-lo dormir, nada melhor do que uma cantiga de ninar, daquelas de nossos avós. Esse momento transmite amor e dá segurança, além do caráter encantatório da música, que já é percebido pela criança;
· Com poucos meses você já pode pegar um livro – daqueles cartonados, que não rasgam ou aqueles que hoje se chamam livro-brinquedo – e apontar as figuras coloridas, nomeando-as. É uma forma de mostrar que a palavra serve para designar pessoas e objetos, além de distrair a criança.
· Aos poucos uma história simples contada ou lida já será uma atividade de que sua criança gostará muito. Não se importe se ela pedir sempre a mesma história… É assim mesmo.
· Agora ela já escolhe o livro ou pede uma história de sua preferência. Não se esqueça de comprar um ou dois livros bem adequados à sua faixa etária para atendê-la.
· Mas veja, tudo isso só funciona se as crianças perceberem que em sua casa seus pais também lêem. Acima de tudo, educar é dar o exemplo.

Bexiga, Praia e futebol

from posterous December 4th, 2006

Passamos o sábado à noite e o domingo em Itanhaém… achei legal, ficamos na praia de Cibratel(dizem que tem a melhor água do litoral sul) e o bom é que foi fora de temporada, estava pouco cheio e agradável.
Claro, imprevistos acontecem, nosso pneu furou quando saímos do hotel de manhã e o estepe furou quando estávamos indo embora da praia de tardezinha. Dá para acreditar numa coisa destas? Mas nem isso tirou nosso bom humor e a vontade de aproveitar a folga.
Depois do pneu trocado, fomos comer ostras na Praia dos Pescadores (onde foi gravada a novela Mulheres de Areia) e tivemos uma supresa porque o ajudante da barraca de pescador era um brasileiro que nos viu (com amigos japoneses, a Sayuri e o Rico) e começou a falar em nihongo! O cara é viuvo de uma nissei e morou lá anos, fala super bem, foi muito interessante, pirotesco! Em todo lugar tem dekassegui ou ex-dekassegui com nihongairi, saudades do Japão! Depois chegou uma senhora portuguesa na mesma barraca e o Gui ficou “a conversar” muito tempo com ela sobre os avós dele de Coimbra e da Ilha da Madeira. Muito Brasil, muito Brasil mesmo!
Ah, o Enzo provou ostra crua e adorou. Virou fã.
Mas o Gui tava uma pilha na volta, queria saber o resultado do jogo (SPFC jogou a ultima rodada contra meu time, empatou) e ficou ouvindo rádio no carro. Para quem tem marido fanático por futebol, quartas à noite e domingos das 16 às 20h, é só futebol. E no domingo à noite tem os programas que comentam tudo, haja Milton Neves e Cia. Mas como estávamos na Imigrantes, era rádio. E como a gente estava na Baixada Santista, as radios só falavam do Santos, ai que saco! E eu que odeio o Luxemburgo! Enfim, fora as muitas bagunças registradas nas fotos e videos, o legal foi que o Paraná se classificou para a Libertadores pela primeira vez e eu estou muito orgulhosa do meu Paranázinho.
O final de semana teve outras emoções: sexta à noite fomos jantar com a familia Iamada no Bexiga (Villa Távola) e como sempre o Giorgio foi e voltou dormindo, nem viu! Quando será que ele vai começar a aproveitar com a gente?
Fora a chatice de Flash & Cia gravando gente famosa (mas a produção deixou passar um jogador de futebol ex-CAP que estava na mesa ao lado da nossa, o maior lapso), foi delicioso. Matei a saudade de um Carbonara bem preparado.

Amanhã

A Vida Como A Vida Quer December 2nd, 2006

Amanhã será um lindo dia
Da mais louca alegria
Que se possa imaginar
Amanhã, redobrada a força
Pra cima que não cessa
Há de vingar
Amanhã, mais nenhum mistério
Acima do ilusório
O astro rei vai brilhar
Amanhã a luminosidade
Alheia a qualquer vontade
Há de imperar, há de imperar
Amanhã está toda a esperança
Por menor que pareça
O que existe é pra festejar
Amanhã, apesar de hoje
Ser a estrada que surge
Pra se trilhar
Amanhã, mesmo que uns não queiram
Será de outros que esperam
Ver o dia raiar
Amanhã ódios aplacados
Temores abrandados
Será pleno, será pleno

Guilherme Arantes

Prá inglês ver!

from posterous December 1st, 2006

Li hoje na revista História Viva: a lei de extinção do tráfico negreiro assinada em 1831, que nunca foi aplicada, e foi uma imposição da Inglaterra (na época a potência manda-chuva do Planeta), deu origem à expressão brasileira.
Curioso, mas tb uma pena notar que tanto tempo depois ainda temos potências que se acham no direito de mandar e desmandar no planeta inteiro, sempre buscando apenas seus interesses. Li na revista Época da semana passada uma matéria que contava do genocídio que acontece no Sudão e que não recebe atenção das “forças de paz” do mundo porque a China, que depois do embargo econômico do ocidente se tornou a compradora da maior parte do petróleo que o país produz, veta as ações neste sentido no Conselho de Segurança da Onu.
Mesmo para quem é meio desligado e só fica sabendo destas tragédias pela mídia, os episódios do E.R. e da novela Páginas da Vida e filmes como O Jardineiro Fiel e Amor sem Fronteiras podem ajudar a compreender o que se passa, mas para entender mesmo, acho que só juntando tudo com Syriana e Munique. Mas dá uma depressão!
Um final de semana sem depressão nem filmes políticos a todos.
Eu vou para Santos!

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